Por questões de agenda não pude ir ver a apresentação da “Marca Corporativa” Guarda e por isso agora ando a tactear para “ver” e “entender” o que foi explicado.
Sim, porque muita gente diz, os 600 que lá estiveram e mais os comentadores, que é preciso ser explicado para ser entendido e os comentadores repetem isso até se cansarem, é preciso explicar.
E o que eu entendi até agora foi basicamente o seguinte:
Há um cristal de gelo (neve) que caiu na cabeça do designer e ele de imediato recebeu a luz. O cristal é perfeito e é simétrico.
Há caixas cúbicas fechadas que os Guardenses irão abrir e ficarão abertas ao mundo e todo o mundo vai entrar nas caixas mágicas.
E por fim há a “paleta de cores” várias e vistosas como deve ser.
Antes disto tinham distribuído as caixas às cores pelos diversos pelouros, Desporto, Social, Ambiente Cultura. Cada um com a sua cor.
Aparentemente de forma inexplicável, a cor da “Cultura”, castanho, desapareceu do logotipo principal e deve razões para isso, no meu entender. Sendo o castanho a cor da Terra, significa maturidade, consciência e responsabilidade. Está ainda associada ao conforto, estabilidade, resistência e simplicidade. E é o grande elogia ao trabalho cultural desenvolvido no passado, embora o queiram limpar.
Já há um apelo para que todos usem e abusem da “Nova Marca”. Públicos e privados. Empresários e trabalhadores. Todos e a cada momento divulguem “A Guarda por si”
“AGuardamos por si”
Artigo Completo: Ainda a “Marca”
Fonte: Sol da Guarda
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