FESTAS DE SANTO ANTÓNIO E SENHOR DOS AFLITOS EM 2014
Está perdida no tempo a data em que os mordomos realizaram as primeiras festas, a partir das quais os novos passaram a ser nomeados pela mordomia cessante, por um critério de nomeação aleatório ou por oferecimento. Ultimamente os mordomos nomeados não têm abraçado a missão de as realizar por motivos que apenas a eles dizem respeito, por conseguinte, é um direito que os assiste. Ninguém é obrigado a assumir esse encargo.
Após as festas de Santo António e Senhor dos Aflitos de 2013, ficou um vazio na organização das festas de 2014. Para colmatar este vazio, num gesto de auto nomeação, não inédito, mas simplesmente fabuloso, o Sr. Manuel Rei Esteves Barros e a srª. Júlia Batista Barros; a Srª. Maria de Lurdes Barros e o sr. Vítor Santos; a Srª. Maria Inês Barros e o sr. Mário Fernandes; o Sr. Jorge Pedreiro Frango e a srª. Natália Basílio Moreira; a Srª. Florência Prata e o sr. Henrique Carneiro, abraçaram o encargo de as realizar. No programa das festas para 2014 foi incorporado um leque de itens consideráveis, que foi ao encontro do agrado do maior número de pessoas, cabendo a cada um viver ou não o evento. Sem fins lucrativos, como todas as edições anteriores, foram bem planeadas e bem geridas, sendo prova disso o saldo positivo (este também gerido em prol da comunidade). Do programa não irei destacar o quer que seja, para não ser mal interpretado, nem levar alguém a concluir que o restante se pautou em menor qualidade. Depois dos trabalhos de decorações e outras actividades, destacaram-se quatro dias festivos, que desgastaram fisicamente quem os organizou, não só para os mordomos, mas também para familiares e amigos, que prestam os seus serviços num suporte de apoio logístico.
Nenhuma comissão quer reduzir os dias festivos, para preservar a tradição das últimas décadas, mantendo assim os quatro dias.
Depois de alguma leitura mais atenta sobre alguns temas relacionados com a organização das festas, tendo em conta a inexistência de mordomos, faço apenas uma abordagem muito superficial sobre o tema.
Na minha opinião a realização das festas deve ser alicerçada, numa mordomia/comissão para as levar a bom termo. Ser a Junta de Freguesia encarregue desta função não tem muito cabimento, pois esta entidade na qualidade de instituição pública, gere verbas do erário público, não tendo muita lógica serem os contribuintes a pagarem as nossas festas. Uma coisa é a Junta de Freguesia realizar com dinheiro próprios um almoço de confraternização, que a nível orçamental em nada é comparável com a organização destas emblemáticas festas. Por outro lado, ser uma associação, esta gere fundos provenientes de cotas que também não devem reverter para estas festas. É meu entender que ou há mordomos/comissão para as realizar ou não se realizam festas desta amplitude. Isto é a minha mera opinião e “vale o que vale”.
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Fonte: SIMPLESMENTE REBOLOSA
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