Uma vez por mês chegavam estes três hóspedes a nossa casa, quase sempre ao lusco-fusco. Depois do jantar, subia a família à sala e rezava-se o Pai Nosso, não sei quantas Avé- Marias e jaculatórias várias. Depois no fim, também isso me encantava, davam-me uma moeda (20 ou cinquenta centavos) que metia numa ranhura que a casinha da Sagrada Família tinha à frente. E lá ficava o candeeiro de petróleo de luz mortiça a alumiá-los durante a noite. No dia seguinte, lá ia eu entregar a casinha ao vizinho.
Penso que ainda continua a circular.
Artigo Completo: Sagrada Família
Fonte: vilarmaior1
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